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Vacinas: sim ou não?

A pandemia de gripe suína (Influenza A H1N1), que aconteceu em 2009,  colocou no centro das discussões a prevenção de doenças através das vacinas.

O receio de contrair uma doença infecciosa potencialmente grave levou em 2010 milhares de pessoas em todo o Brasil aos postos de vacinação fazendo o país atingir taxas de cobertura vacinal exemplares. No caso da gripe suína o esforço do Ministério da Saúde na campanha de vacinação, somado à sorte do vírus H1N1 não ser tão letal como parecera num primeiro momento, fez com que a pandemia terminasse relativamente bem.

Vacinas para Febre Amarela

Assim como a Influenza A H1N1, é possível evitar doenças potencialmente graves, como é o caso da Febre Amarela, nova pandemia que assombra os brasileiros.

Cabe dizer, também, que temos disponíveis no Brasil, além da vacina de Febre Amarela, muitos outros tipos para crianças, adolescentes e adultos. Várias delas compondo o calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização, pelo SUS, e outras apenas pela rede privada.

Algumas das vacinas são administradas apenas uma vez na vida – como é o caso da vacina contra Febre Amarela, que antigamente tinha uma dose reforço, porém o Ministério da Saúde entendeu que este tipo de prevenção garante imunoproteção duradoura, enquanto outras requerem doses de reforço periódicas para manter a proteção. Há, ainda, as doses recomendadas apenas para o caso de viagens para determinados destinos no mundo.

No Brasil dispomos das vacinas mais modernas e seguras quanto a efeitos colaterais, todas elas com a certificação do Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Todas as pessoas que não tomam vacinas há mais de 10 anos certamente estão com a sua carteira de vacinação desatualizada.

A saúde vai melhor quando se faz a prevenção adequada. Procure sua carteira de vacinação e converse com um infectologista para atualizá-la.