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Incontinência urinária de esforço em mulheres

Close up of a toilet door

A perda urinária com o esforço (ex: tosse, espirro, esforço físico como relação sexual) ocorre principalmente em mulheres acima dos 40 anos e tem como principais causas:

  1. o enfraquecimento da sustentação pélvico perineal  causando  hipermobilidade do segmento vesicouretral (entre a bexiga e uretra) durante a realização os esforços abdominais. Tal hipermobilidade, por sua vez, representa a perda de um dos mecanismos importantes para a continência: a posição anatômica correta,  por isso resulta em incontinência.
  2. Deficiência esfincteriana: normalmente atribuído a traumas locais que danificaram a musculatura uretral esfincteriana como ciurgias que afetam musculatura uretral ou sua inervação, parto vaginal e fraturas. Há indícios crescentes de que a multiparidade, trabalho de parto prolongado e recém nascidos de alto peso contribuem para a danificaçao da inrevação perineal.

Em ambos os casos pode estar associado a outros tipos de incontinência (incontinência urinária mista), por isso é de grande relevância uma história clinica detalhada, exame físico e exames complementares, em especial urina I e estudo urodinâmico.

O tratamento de escolha, em  geral, é cirurgia (ex: Burch, Slings ou TVTs), popularmente chamada como “cirurgia de períneo”, e  tem como princípio o reestabelecimento da posicão anatômica do segmento vesicouretral e da sua adequada sustentação durante os esforços abdominais. Apresenta elevada taxa de sucesso (até 80%) com baixa  taxa de complicação.

Outros tratamento podem ser empregado  como fisioterápia do assoalho pélvico, biofeedback, e re-educação miccional.
A definição do tratamento deve ser individualizada para cada paciente e pode ser realizado por ginecologistas  e urologistas.