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Dia Mundial do Rim e as complicações renais crônicas

Os rins têm como suas 2 principais funções a filtração do sangue e o controle da quantidade de líquido corpóreo. A doença renal crônica é diagnosticada se a capacidade de filtração dos rins diminuiu.

Pessoas com risco aumentado incluem aquelas com diabetes, hipertensão, doenças auto-imunes, cálculos urinários frequentes, infecções urinárias de repetição, neoplasias, idade avançada, episódio prévio de insuficiência renal aguda e parentes com doença renal.

Rim e diagnósticos

O diagnóstico só pode ser feito através de exames laboratoriais. Nos estágios iniciais, a doença não costuma ter sintomas. A medida que ela progride podem ocorrer piora da pressão arterial e edema (“inchaço”), e, nos estágios mais avançados, anemia, emagrecimento, perda de apetite, diminuição da urina e aumento do número das micções noturnas.

O bom controle do diabetes e da hipertensão, as principais causas dessa doença, diminui os riscos de surgimento e progressão da mesma. O tratamento envolve ainda pesquisar doença cardiovascular e evitar novas lesões renais. Em estágios mais avançados, uma parte das pessoas com essa patologia pode necessitar de diálise (um método artificial de filtração do sangue) ou de transplante. Mais de 70 mil brasileiros vivem em diálise e mais de 20 mil com um rim transplantado.